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quinta-feira, novembro 05, 2020

O "Lixo" que se Acumula...


Ao assistir ao "despejo integral" da garagem de um antigo companheiro de letras de Cacilhas, que nos deixou recentemente, fiquei a pensar (seriamente) que tenho de deixar de "acumular" livros e papelada.

Talvez seja tempo de começar a organizar as coisas e preparar "doações" (para alguns amigos e até para museus locais)  para que quando eu partir, não sejam deitadas fora, coisas com alguma importância - como foi o caso. Ainda retirei algumas "raridades" dentro do contentor do lixo... 

(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)


sexta-feira, setembro 25, 2020

Coisas Desconcertantes...


Ontem reparei que colocaram umas pintas de tinta na minha outra rua (traseiras). O meu filho comentou que deveriam colocar linhas de separação das duas vias.

Estava certo, hoje lá passou o "camião pintor" a tracejar a estrada. Coisa que nunca tinha sido feita, nos já trinta em alguns anos que moro nesta rua...

Achei estranho e desconcertante por duas razões. A primeira por se tratar de uma rua com pouco movimento rodoviário (o único movimento que tem aumentado é de pessoas e de cães, que aproveitam o pequeno espaço campestre que ainda existe...). A segunda por se tratar de um tapete gasto (este sim a precisar de renovação...), fazendo com este "investimento" pareça fazer pouco sentido.

Mas como diz o outro, "quem manda sabe", mesmo que saiba muito pouco, como se observa diariamente...

(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)

segunda-feira, setembro 14, 2020

Uma História com Quase Quatro Anos...


Pelos comentários, percebi que muitas pessoas não acompanharam todo este processo de recuperação e devolução do monumento do Burro e das Crianças aos cacilhenses. 

Foi por isso que achei por bem voltar atrás no tempo e "historiar" o que fui publicando aqui no "Casario", desde 2016. 

A primeira fotografia foi colocada juntamente com um pequeno texto, intitulado: "A Destruição e Banalização do Bem Público", publicada a 28 de Dezembro de 2016.



A 22 de Maio de 2019 resolvi escrever mais um texto, acompanhado desta fotografia, com o título: "Tudo Igual Quase Três Anos Depois".




Voltei a escrever novamente sobre o Monumento a 3 de Julho de 2019, porque a solução encontrada para resolver o problema, foi colocar-lhe uma vedação... Foi por isso que lhe chamei: "A Solução do Costume...".

(Fotografias de Luís Eme - Cacilhas)

domingo, setembro 13, 2020

Monumento às Burricadas é Devolvido aos Cacilhenses, Alguns Anos Depois...

Foi com agrado que verificámos que terminou a longa "quarentena" do monumento dedicado às burricadas e às crianças cacilhenses, que fica na rua Comandante António Feio.


Além de ter sido limpa, a escultura de Jorge Pé-Curto também foi reparada (as crianças estavam presas por arames, ainda antes do ataque de vandalismo assinado com gatafunhos de mau gosto...).

Agora só esperamos que o respeito pelo património artístico  e histórico impere em Cacilhas.

(Fotografias de Luís Eme - Cacilhas)

domingo, maio 31, 2020

"O Fotógrafo da Névoa"



                                                           (ao Fernando Barão)


O Fotógrafo da Névoa

Quando ouve a ronca do Farol
sente que o chamam no cais
para tirar retratos sem Sol
de belas paisagens fluviais

Prepara tudo com cuidado
a "kodak" é uma caixa de surpresas
que às vezes o deixa abismado
por o deixar fixar tantas belezas

A sua Isabel fica ao balcão
ele lá vai, atrás do nevoeiro
movido pela sua outra paixão-

Quem o olha, ali rente ao rio
ignora aquele artista de corpo inteiro
capaz de arrancar beleza até do vazio.

[Luís (Alves) Milheiro]


(Fotografia de Fernando Barão - Cacilhas)

segunda-feira, maio 25, 2020

Fernando Barão: um Amigo e um Verdadeiro Renascentista da Cultura Almadense

Partiu hoje um dos meus melhores amigos de Almada.

Não sei o que dizer... embora tenha escrito muitas coisas sobre Ele, em livros, jornais, boletins e... até aqui no "Casario".

Em 2016 comecei por aqui uma pequena série (nove textos), a que intitulei "As Gentes da Minha Terra". Não foi por acaso que ele foi o primeiro. Embora já tenham passado mais quatro anos, o texto permanece actual e foi escrito no dia que o Fernando fez 92 anos... vou republicá-lo, com pequenas alterações.

«Não poderia escolher melhor para este começo, que um grande amigo, que faz hoje a bonita idade de noventa e dois anos, com uma lucidez e alegria de viver, invejáveis.
Falo de Fernando Barão, um verdadeiro Renascentista da Cultura Almadense.
É reconhecido com todo o mérito como um dos grandes associativistas de Almada (ajudou a fundar três colectividades, Clube de Campismo do Concelho de Almada, SCALA - Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada e O Farol, Associação de Cidadania de Cacilhas e ocupou o cargo máximo (presidente da Mesa da Assembleia Geral) na Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, Ginásio Clube do Sul, Bombeiros Voluntários de Cacilhas, SCALA - Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada e O Farol, Associação de Cidadania de Cacilhas. Foi provedor da Santa Casa da Misericórdia de Almada durante 12 anos.
Mas mais que os cargos, importante foi o trabalho que desenvolveu. Sempre que havia uma actividade cultural nas suas colectividades de recreio ou de desporto, tinha dedo do Fernando...
E depois temos ainda as suas capacidades pessoais, que o transformaram num excelente contador de histórias (orais e escritas... é autor de mais de uma dezena de livros sobre o Concelho de Almada, de prosa e poesia). Foi um grande apaixonado pela fotografia a preto e branco, tendo sido premiado em vários salões, nos anos cinquenta e sessenta do século passado.
Mas ele gosta de tudo o que é cultura. Adora música (foi coralista...), cinema (que pena teve de nunca ter conseguido ajudar a criar um cine-clube em Almada...), teatro (escreveu vários quadros alegres para peças carnavalescas...) e todas as outras Artes.
A par deste currículo impressionante, não podemos deixar de destacar a sua qualidade humana, que suplanta todos estes talentos, pois Fernando Barão sempre fez (e faz) do seu dia-a-dia um hino à amizade e à fraternidade.»

A Fotografia de Gena Sousa que publico com este texto é uma fotografia especial. Foi tirada no dia do lançamento do livro que fizemos em conjunto sobre Cacilhas ("Cacilhas - A Pesca, a Gastronomia e as Tradições Populares"). O Fernando dá um autógrafo na minha companhia e do meu filho, que já tem 22 anos...

domingo, maio 24, 2020

O "Gaivota" de Cacilhas...


Maria Rosa Colaço, escritora e professora que viveu uma boa parte da sua vida em Almada, em 1982 publicou o seu conto "Gaivota".
Curiosamente, só li esta bela história de Cacilhas e das suas Gentes, a semana passada, com Maria Rosa a dar vida ao Alfredo, conhecido por todos como o "Gaivota", ao mesmo tempo que retrata um tempo em que havia crianças, quase sem espaço para serem crianças...
Mas vamos lá descobrir a Cacilhas  do "Gaivota", no começo de uma manhã de Dezembro:

«Não havia nada, ninguém, que lhe tirasse aquela alegria: levantar-se quase de noite, a terra a dormir ainda, as ervas e os cães ensonados e ele ali, sozinho, rua abaixo, até Cacilhas.
Sozinho, ouvindo o quase silêncio da madrugada, os primeiros ruídos indistintos como um grande corpo que começa a despertar e tem medo de perder os sonhos nocturnos.
Ao longe, Lisboa era como uma terra de ninguém: cinzenta. enorme, vazia. Ou uma pessoa que tivesse adormecido com o arrulhar das ondas, aquele som de ir-e-vir das águas mansas do Tejo.
E ali, a descer a rua, com a cana de pesca, a lata de isco, as sapatilhas cheias de curacos, a camisola larga; ali com o vento de Dezembro na cara, a respiração feita névoa, sentia-se um pequeno rei a fumar charuto ou outra coisa assim, impossível e engraçada.
Aquela ideia de ser rei a fumar charuto, sozinho no mundo e a fumar charuto, dava-lhe sempre vontade de rir. Mas durava pouco tempo porque, de repente, acabava-se o filme cómico e começava a vida de verdade: eram mulheres do peixe que apareciam; eram os pequenos carros de hortaliça, mercado ambulante para os que viviam sem tempo nem dinheiro para grandes compras; eram as mulheres das castanhas; os operários do estaleiro; os homens dos jornais.
Nasciam do chão, das paredes, do nevoeiro matinal, furavam as pedras da calçada, vinham do rio, saltavam da ponte, caiam do ar.
Eram, subitamente, muitos e vários.
E Cacilhas, ali, colada ao Tejo, já não era uma terra: era um formigueiro. Parecia que tudo era coisa viva e respirava, saía dos barcos, entrava nas camionetas.»

domingo, maio 17, 2020

Hoje Comemora-se o Centenário do Ginásio Clube do Sul


O Ginásio Clube do Sul faz hoje a bonita idade de 100 anos, pois foi fundado no dia 17 de Maio de 1920, em Cacilhas.

Foram seus fundadores Armando "Arrôbas", Carlos Durão, Hernâni Jorge da Silva, Joaquim Miranda, José de Oliveira Gendre, Ramon Bayó, Vital Garrido Moreira, Wenceslau Francisco da Silva, entre outros (também no Ginásio, não há certezas em relação ao nome de todos os seus fundadores...).

O facto de ter nascido nas margens do Tejo foi aproveitado da melhor maneira, para se tornar num clube com uma vocação diferente das outros colectividades desportivas do Concelho, privilegiando a prática de desportos náuticos (natação, remo e vela). Mas o seu nome diz quase tudo. Ginásio é ginástica. E o Ginásio Clube do Sul desde muito cedo que teve classes de ginástica... Claro que por pressão dos associados, teve de ter também a sua equipa de futebol (modalidade que por ser o grande "sorvedouro" das verbas do clube acabou extinta em 22 de Agosto de 1967...).

Mas desde a sua fundação, que a grande marca do Ginásio Clube do Sul, foi sempre o seu ecletismo. Durante a sua já longa vida teve secções de: andebol, atletismo, basquetebol, bilhar, boxe, ciclismo, damas, ginástica, halterofilismo, judo, karaté, kick boxing, natação, pólo aquático, râguebi, remo, ténis de mesa, vela, voleibol, xadrez (e é provável que me possa ter escapado mais alguma disciplina desportiva...).

Teve também um grupo cénico, que fazia a alegria dos cacilhenses, especialmente no carnaval.

Felizmente duas das suas grandes figuras históricas,  os meus amigos Henrique Mota e Fernando Barão, depois de  terem sido atletas e dirigentes  de grande qualidade (o Henrique também foi treinador...), tornaram-se também nos historiadores do clube, pois são os autores da obra, "Ginásio Clube do Sul, 75 anos de Glória", publicada em 1995, que nos oferece o que de mais importante se passou nos primeiros 75 anos de vida do Ginásio do Sul e de Cacilhas. 

Foi também graças a eles que comecei a gostar do Ginásio...

(Fotografia de Álvaro Costa)

quinta-feira, abril 23, 2020

Uma Cidade, um Livro, um Amigo...


Morava em Almada há meses, sem qualquer referência familiar, associativa ou cultural, nesta cidade. Era um quase perfeito "anónimo".

Claro que não vim morar para esta Cidade, apenas porque sim. Tinha feito 25 anos e queria "fixar-me", ter o meu canto. Os meus pais, mesmo à distância de cem quilómetros, apoiaram-me de imediato.

Por razões profissionais a Margem Sul era uma boa opção, mas não podia ficar muito longe da Capital... Sabia que não queria ir viver para a Cruz de Pau ou para o Miratejo, por exemplo. Depois de ter visto duas ou três casas, levaram-me pela primeira vez à Quinta da Alegria. Gostei logo do lugar, daquela encosta virada para o Rio (nem pensei nos inconvenientes da Lisnave, que ficava em frente...).

Depois, já no interior do apartamento, que ainda estava em construção, fiquei maravilhado com a vista da janela da sala e pensei: "que bom, tanto Tejo..." 

Havia ainda outra vantagem, a pé, estava a dez, doze minutos do cais de Cacilhas, com a travessia do Rio, a vinte de Lisboa. E por aqui fiquei, há já trinta e três anos...

As palavras são assim, queria falar de um livro e de um amigo e onde já vou (e até me devo estar a repetir, mas isso é o que menos interessa)...

Pois, queria dizer eu de que... meses depois, andava eu a "vagabundear" no interior da Barateira - a mais espaçosa loja de livros usados que conheci -, quando descobri os "Desportistas Almadenses" (primeiro volume), uma obra que me chamou logo atenção, porque o desporto sempre fizera parte da minha vida, e na época, também profissionalmente.

Longe estava eu de pensar que seis anos depois, entrevistaria o autor da obra (para o "Record"), e ganharia um amigo, dos melhores que conheci pela vida fora: Henrique Mota, que fará em Setembro cem anos.

Por hoje ser o Dia do Livro, não posso esquecer que, depois de crescido, foram os jornais e os livros que me ofereceram mais amigos pela vida fora...

segunda-feira, março 30, 2020

"Apareçam! Há Poucos Mirones!"

Li algures que os golfinhos se tinham aproximado de Veneza, agora mais calma e mais límpida.

Por acaso, não querem aparecer por Lisboa, Trafaria, Ginjal ou Cacilhas?

Apareçam! Até porque há poucos mirones!

(Fotografia de Luís Eme - Olho de Boi)

quinta-feira, janeiro 02, 2020

A Quase "Imortalidade" do Fernando...


Um dos meus melhores amigos de Almada faz hoje a bonita idade de 96 anos.

Felizmente, não se tem notado muito os anos a passarem por ele. Os únicos problemas que o acabam por limitar, são a perda de visão - que já não lhe permite fazer duas das coisas que mais gostava: ler e escrever - e a artrose nos joelhos, que lhe limita um pouco os movimentos. 

Continua com uma lucidez invejável e com a sua bonomia de sempre (tem sempre duas ou três anedotas novas "guardadas no bolso", para os amigos...). É sempre um prazer estar na sua companhia.

Às vezes sinto que ele "já não tem idade", que atingiu quase a "imortalidade". Sei que isto pode parecer estranho, mas as pessoas que conviveram com Manoel de Oliveira, devem perceber o que eu quero dizer.

Parabéns, Fernando.

(Fotografia de Luís Eme - Verdizela)

sexta-feira, novembro 01, 2019

O Pescador na Procissão de Cacilhas

Achei curiosa a presença de um pescador na Procissão de Cacilhas (com as canas aos ombros...), porque o "Milagre de Cacilhas" teve como principal protagonista um pescador (ou catraeiro...), que pegou numa imagem da Virgem Maria e dirigiu-se para as águas que invadiam a localidade, durante o "maremoto" de 1755 (que se seguiu depois do sismo...) e pediu à Virgem, para que acalmasse as águas e pusesse termo aquele "inferno"... 

O que viria a acontecer e fez com que a população de Cacilhas, passasse a realizar anualmente uma Procissão (que se realiza desde o século XVIII), como forma de agradecer este "Milagre".

(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas) 

segunda-feira, setembro 30, 2019

Brincar com as Tradições


O protesto do Centro de Cultura Libertária, pode ter sido mais positivo do que se poderá pensar. E não estou a pensar nos animais, mas sim nas pessoas.

O que se organizou no passado domingo não tem nada que ver com as "burricadas" (a corrida sem burros é uma coisa mais carnavalesca que tradicional...).

É preferível manter os passeios (no fundo as burricadas eram isto, passeios de burro guiados, com vários percursos pelo Concelho) no Largo de Cacilhas e o comércio nas ruas, mas colocar de lado as "palhaçadas"...

(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)

sexta-feira, setembro 27, 2019

As Burricadas em Cacilhas


Como já escrevi no meu "Largo", no dia 29 de Setembro (domingo) realizam-se as habituais "Burricadas", fazendo jus a uma velha tradição local, organizada pelos escuteiros de Cacilhas.

Quem não vai estar pelos ajustes, é o Centro de Cultura Libertária, com sede na rua Cândido dos Reis, por onde de faz o habitual percurso das "Burricadas", que divulgou no seu blogue que iria organizar uma "jornada de protesto" silenciosa, junto ao seu espaço, com o VOE (Veganismo de Oposição à Exploração).

O CCL irá colocar uma faixa com estas palavras: "Os animais não são um brinquedo" e farão ainda uma pequena performance "O burro triste".

Claro que há um excesso de proteccionismo aos burros, que contraria o uso que tradicionalmente se dá a estes animais domésticos (mesmo nos lugares onde existem associações de protecção dos Burros, é normal serem realizados passeios no seu dorso, quase sempre por crianças...). 

Mas todos os "radicalismos" acabam por nos fazer pensar... E neste caso particular, acho que os Escuteiros  deviam  ser alheios à organização, pois como defensores da natureza, deviam proteger todas as espécies animais...

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, setembro 24, 2019

O Comércio no Largo de Cacilhas


Há meia-dúzia de dias quando saía do cacilheiro, vi mais bancas de venda que o costume, logo ali rente ao cais, quando as pessoas aceleram o passo para apanharem os transportes que as levam de volta a casa.

A diversidade de venda de produtos (frutas, legumes, queijos, roupas, malas...) fez com que pensasse pela primeira vez, na possibilidade de se criar um "mercadito de venda", com mais espaço para os vendedores e consumidores, ali naquele mesmo sítio...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, julho 03, 2019

A Solução do Costume...

Hoje passei por Cacilhas e descobri que a escultura de Jorge Pé-Curto, que homenageia Cacilhas, as crianças e as tradições (Burricadas), estava vedada.

Como de costume, a solução para os problemas em Almada são placas de aviso (o Ginjal está cheio delas, embora muitas já estejam quase ilegíveis...) ou vedações a proibir a passagem das pessoas (que normalmente não são cumpridas, com a da escadas que vão dar ao parque de estacionamento do Morro de Cacilhas, com já mais de um ano...).

As obras de recuperação ou de melhoramentos, essas, normalmente são inexistentes...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, junho 05, 2019

Explorar a Maré Baixa no Ginjal...


Na manhã de ontem fiz uma coisa que nunca tinha feito.

Vim de Almada para Cacilhas pelo caminho mais distante, ou seja, pelo Ginjal.

Já à beira rio descubro que há muito tempo que não encontrava o Tejo "tão vazio". 

Foi por isso que desci à praia das Lavadeiras e me aventurei por caminhos "ainda não navegados". 

Caminhos que normalmente estão cobertos de água...

(Fotografia de Luís Eme)

segunda-feira, maio 27, 2019

A Passagem do "Espanta-Peixes"...

Às vezes o cacilheiro aproxima-se ligeiramente da margem e os pescadores não acham muita piada.

Talvez por ser um bocado grande, alguns rapazes habituaram-se a chamar-lhe o "espanta-peixes"...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, maio 22, 2019

Tudo Igual, quase Três anos Depois...


Escrevi pela primeira vez sobre este atentado ao património cacilhense em Agosto de 2016.

Voltei a escrever sobre o assunto em Dezembro de 2016.

Mas a 22 de Maio de 2019, está tudo na mesma, como a lesma... Talvez os turistas até pensem que aquelas pinturas fazem parte da escultura...

É uma falta de respeito, de quem de direito, ao autor da obra e a todos os cacilhenses.

Talvez estejam à espera das próximas eleições autárquicas, ou então acham que assim o monumento fica mais giro...

(Fotografia de Luís Eme)