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quarta-feira, junho 27, 2012

Dias sem a Cor Azul


Estes dias "marroquinos", com temperaturas excessivas e sem conseguirmos olhar o azul do céu, que reflecte no Tejo e lhes oferece boas cores, ainda torna tudo mais doentio...

A cor do céu quase que não se distingue da do rio. num cinzento feio.

É nestes dias que sinto a falta do "microclima" do Oeste...

sexta-feira, janeiro 13, 2012

A Trafaria Faz Doer


Sempre que vou à Trafaria, interrogo-me sempre: «porquê todo este abandono?»

Pensar que no princípio de século era a praia mais "fina" da Margem Sul e uma das mais concorridas pelas classes mais favorecidas - isso explica a existência de tantos palacetes em ruínas ou a precisarem de obras.

Imagino as dificuldades que passam os autarcas daquela pequena terra, quase abandonada à sua sorte, pelo poder local e nacional.

Fico sempre com a sensação que o 25 de Abril não chegou à Trafaria.

Os Trafarienses, a Vila e o Tejo não mereciam isto.

segunda-feira, março 21, 2011

Dia da Árvore

Embora a comemoração oficial seja "Dia Mundial da Floresta", desde os tempos de escola que me habituei que o começo da Primavera coincidisse com o Dia da Árvore (a poesia com o seu dia só me apareceu anos depois...).

Plantei várias árvores neste dia, quase sempre de uma forma simbólica. Algumas estão enormes mas ainda as reconheço quando as encontro...


De há dois anos a esta parte, no começo da Primavera passo sempre pelo sector do ambiente do Município de Almada (que oferece plantas à população) e trago uma planta, este ano foi o ano da Oliveira, uma árvore muito nossa, que nos oferece as azeitonas de onde se retira o azeite, elemento essencial para a dieta mediterrânea.

sábado, agosto 21, 2010

A Cidade Hambiental


Provavelmente esta é a diferença entre uma Cidade Ambiental e uma Cidade Hambiental...

A ignorância além de atrevida, às vezes tem razões que a própria razão desconhece...
(Fotografia tirada hoje a meio da manhã...)

quinta-feira, março 25, 2010

A Vida Antes de Nós

"A Vida Antes de Nós, Fósseis e Geistória da Região Almada-Lisboa na Época Miocénica", é o título da última obra publicada pelo prof. Manuel Lima, com fortes ligações aos concelhos de Almada (concelho onde nasceu) e Seixal (concelho onde reside e dá aulas).

Num sábado cheio de cultura por estas margens do rio, resolvi optar pelo tema que achei mais interessante, a apresentação desta obra, na sede da Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense (as cócegas que este nome deve ter feito durante a ditadura...), que tem a mesma idade da Incrível Almadense (não sabia...), por ter sido convidado pelo autor e por saber o que me esperava...
O prof. Manuel Lima é um comunicador por excelência, e como gosta de se fazer acompanhar por imagens nas suas prelecções, sabia que o meu filhote também ia gostar, até por ser uma das suas áreas de estudo preferidas.
No final o saldo foi mais que positivo, pois todos gostámos desta viagem no tempo, em que recuámos perto de 20 milhões de anos, para ficarmos pelos vestígios da Época Miocénica, muito bem apresentados, oralmente e visualmente por Manuel Lima.
O livro é muito bom, além da explicação histórica, numa linguagem acessível (virada para os alunos do ensino secundário) está repleto de fotografias a cores de fósseis encontrados em Almada e Lisboa, em áreas como Costa de Caparica, Pragal, Lagoa da Albufeira ou Benfica, Carnide e Musgueira, tornando o livro num objecto bonito de ler e folhear.

sábado, março 20, 2010

Pequenos Gestos que Fazem Toda a Diferença

A Ecoteca da Câmara Municipal de Almada, por esta altura, oferece uma planta mediterrânea a cada munícipe que se dirija às suas instalações, além de dispensar informação sobre como plantar e cuidar correctamente da planta adoptada. O ano passado fui lá com o meu filho e trouxe um loureiro e um alecrim (não sei se chama apenas assim...), este ano trouxe um pinheirinho e um carvalho.

É uma forma diferente de comemorar (bem) o Dia da Árvore, com o objectivo de colmatar erros do passado recente, em que enchemos tudo o que nos rodeava de cimento e alcatrão...
A foto é do Parque da Paz, o pulmão verde de Almada.

segunda-feira, dezembro 14, 2009

Uma Boa Ideia

Nos últimos anos, o Município tem apoiado um mercado alternativo, que ocupa umas tendas grandes, também elas "alternativas", de forma esférica, na Praça da Liberdade, no centro de Almada.

Embora nem todos sejamos consumidores dos produtos artísticos oferecidos, uns construídos a partir do nosso lixo reciclável, outros a recordarem outros tempos, como os brinquedos de madeira, o
"Mercado de Natal Amigo da Terra" vale a nossa visita, e porque não a compra de duas ou três peças, diferentes e originais?

quinta-feira, outubro 01, 2009

Dia Nacional da Água

Hoje foi um dia cheio de comemorações.

Almada costuma dar um particular realce ao "Dia Nacional da Água".
Este ano apresentou a "Cronologia da História da Água e Saneamento em Almada", um pequeno livrinho, baseado no trabalho que está a ser feito pelos historiadores locais, Alexandre M. Flores e António Neves Policarpo, sobre a história da água no concelho, que deverá ser apresentado no próximo ano.

domingo, junho 21, 2009

À Procura de Uma Boa Sombra

Estas temperaturas entre o africano e o mediterrâneo não são para mim. Tudo o que ultrapasse os 30 graus rouba-me energia e faz-me sentir fora do meu mundo...

Claro que este é o nosso presente e futuro. E quem não gostar só tem de fazer as malas e partir mais para Norte (se puder, claro)...

domingo, janeiro 11, 2009

Eléctricos a Mais e Carros a Menos

A lógica do Município de colocar mais eléctricos que carros no centro da cidade, tem mais aspectos negativos que positivos no dia a dia de Almada.

O corte do trânsito entre parte das avenidas Afonso Henriques e D. Nuno Álvares Pereira, criou filas intermináveis de carros, em ruas aparentemente calmas, causando um grande transtorno a todos aqueles que se têm de deslocar diariamente a Almada, entre outras coisas, para levar e trazer os filhos às escolas, jardins de infância ou casa de familiares.
A mudança dos sinais de trânsito, em alguns casos é de uma aberração, que não obedece a qualquer lógica. De todas as mudanças, a que me parece mais surrealista é a da rua Capitão Leitão (agora mudaram as coisas, ainda para pior...).
Por outro lado, as composições de eléctricos (vulgo Metro de superfície) chegam a circular de minuto a minuto, quase sem passageiros, accionando os sinais luminosos e criando confusão e filas nas principais rotundas onde passam linhas. Pergunto, porque razão se mantêm estes horários, que criam dificuldades aos próprios maquinistas das composições e até podem ser perigosos pela sucessão de passagens nas principais artérias da cidade? Nem parece que estamos em tempo de crise, ou então estes eléctricos são de tal maneira evoluídos que trabalham a "ar"...
Moral da história, o centro da cidade está mais deserto, mas ruas que eram calmas, como as Bernardo Francisco da Costa, Francisco Andrade ou Lourenço Pires de Távora (especialmente esta...), chegam a estar atoladas de carros, durante várias horas. Além das já movimentadas, praça Gil Vicente, rua D. Sancho e avenida Rainha D. Leonor, onde o trânsito agora chega a ficar paralisado. Não tenho dúvidas de que há mais poluição na cidade, porque este novo "pára-arranca", não só tem aumentado o desperdício de gasolina e de gases (é uma boa altura para se estudar a poluição do ar...), como provoca múltiplas apitadelas, causadas pela irritação de quem já está cansado de um dia de trabalho e quer chegar a casa, mas tem de ficar retido em mais uma fila de trânsito...

segunda-feira, novembro 17, 2008

Hoje Apeteceu-me Fumar um Cigarro...

Hoje apeteceu-me fumar um cigarro, eu, que praticamente nunca fumei, se excluir a meia-dúzia de cigarros fumados no começo da adolescência no ciclo preparatório, sem qualquer importância.

Apeteceu-me porque tenho a mania de andar em sentido contrário em relação a algumas regras e manias da sociedade. E hoje parece que é o dia do não fumador...
É uma boa altura para falar de uma coisa que sempre me incomodou.
Sempre achei obsceno os avisos que aparecem nos maços de cigarro. Nem sequer sei se isso contribuiu ou contribui para a diminuição de fumadores. A nova lei que proibiu de se fumar em quase todos os recintos fechados (excepto nas nossas casas...), essa sim, deve ter reduzido drasticamente o consumo.
E penso que se o Ministério da Saúde está assim tão preocupado com a "vida" e a "saúde" dos outros, deveria fazer o mesmo nos rótulos da bebidas alcoólicas, que tenho a certeza que provocam muito mais mortos, directa e indirectamente. Nas estradas é o que todos sabemos. E nos lares, quantas cenas de violência doméstica, não são provocadas pelo uso e abuso de álcool?
E nem falo da cada vez menor prestação de cuidados de saúde nos serviços públicos e do vazio de médicos de família por esse país fora, outra preocupação esquecida...
É só hipocrisia!
A fotografia, para variar, é de Robert Doisneau...

segunda-feira, abril 21, 2008

Um dos Jardins do Tejo

A Casa da Cerca, além do Museu de Arte Contemporânea de Almada, tem um óptimo miradouro virado para Lisboa e um Jardim Botânico, cuja beleza e variedade são dignos de realce...

É um dos poucos espaços agradáveis e sossegados, desta cidade em mudança, completamente absorvida pela força das máquinas e dos projectos dos homens...
Se puderem, passem por lá. Vão gostar...

terça-feira, dezembro 04, 2007

As Ruas de Almada


Há vinte anos que vivo em Almada e não me lembro de ver tanto lixo amontoado, junto aos caixotes, nas ruas da cidade.
Pergunto: como é possível, que no final do dia 4 de Dezembro ainda sejam tão evidentes, os sinais da greve geral de 30 de Novembro? Será que existe outra greve, no interior da Autarquia?
Felizmente o calor já não abunda e o mau cheiro passa quase despercebido, no meio do frio e da humidade.
Só espero que os senhores vereadores do ambiente e serviços urbanos também tenham uma "lixeira" à sua porta...
O óleo que escolhi, sem lixo, é da autoria do brasileiro José Eduardo Godinho...

quarta-feira, maio 30, 2007

Esgoto a Céu Aberto


Quem passa diariamente pela Praça Gil Vicente, já se apercebeu que num dos muitos buracos realizados a propósito das obras do Metro, encontram-se águas residuais a céu aberto, vertidas por uma manilha em mau estado.
Isto já tinha acontecido na semana passada, mas como tinha chovido e não existia um cheiro tão intenso (além de ter desaparecido ao fim de alguns dias), não foi motivo de grandes reparos.
No fim de semana a vala voltou a ficar transformada num pequeno ribeiro de esgotos, só que, com um cheiro muito mais intenso e desagradável.
Hoje é quarta-feira e as águas sujas dos esgotos, continuam ali, para que todos aqueles que vêm ou vão para a Avenida 25 de Abril, possam ver o cuidado que existe com a higiene pública na nossa cidade.
Como se não bastassem os contentores do lixo, sempre apinhados e com lixo de fora, em quase todas as artérias de Cacilhas, temos também mais este bom exemplo de "saúde pública".
Não consigo fazer qualquer ligação entre as obras, que têm de se realizar, e este desleixo do Município, já que ao fim de quatro dias, não foi tomada nenhuma medida para estancar ou "secar" este ribeiro pouco natural, numa zona nobre da Cidade.

NOTA: Só publiquei a notícia hoje porque achei por bem dar o benefício da dúvida à Autarquia e tempo para resolverem o problema. Espero que os leitores de blogues do Município não estejam de greve e passem esta mensagem aos Vereadores do Urbanismo, Ambiente e Saneamento, a bem da qualidade de vida de todos nós.

domingo, fevereiro 18, 2007

Qualidade de Vida Para Quem?


Não há dúvida, estamos sempre a aprender...
Graças ao blogue "Em Almada" soube que a nossa presidente Maria Emília de Sousa entregou-se de "alma e coração" à causa do Ambiente e Qualidade de Vida.
É de louvar todo o seu voluntarismo e dedicação à defesa de bens tão importantes para o nosso dia a dia...
Não acredita? Veja
aqui...
O Óleo que ilustra este pequeno texto é da autoria de António Gageiro e também tem uma pequena história. Apesar de várias tentativas, o autor nunca o conseguiu oferecer à presidente porque os seus pedidos foram ignorados...