Perguntaram-me se havia uma razão especial para toda esta publicidade a um lugar em ruínas, ainda por cima recentes, sem grande interesse arqueológico.
Sorri e disse que deveriam existir pelo menos meia-dúzia de razões.
Claro que ao dizer isto, tive mesmo que ir buscar a tal meia-dúzia de razões. E fui.
Comecei pela possibilidade que temos de passear lado a lado com o Tejo, quando ele já sabe que está quase a ser mar. E quem fala com as paredes como eu, mais facilidade tem em trocar palavras com o "rio da minha Aldeia".
Também nos podemos sentar em qualquer lugar e ficar ali a contar "barcas", ou então tentar descobrir coisas distantes na outra margem.
Quem precisa de andar (precisamos todos...), para que o coração não fique "sem corda", tem ao longo de Ginjal um passeio de quase uma hora (ir e vir...), plano e com uma paisagem que não cansa a vista.
Num plano superior, não há melhores miradouros para se olhar Lisboa, que os de Almada, sejam os da Boca do Vento, da Casa da Cerca ou do Jardim do Castelo...
E há ainda outro atractivo, quem gosta de fotografia, tem um manancial de imagens, que nunca mais acaba...
Do outro lado renderam-se e deixaram de "desconsiderar" o Ginjal, que não tem culpa que meia-dúzia de pessoas apenas se preocupe em tentar "extrair ouro", de uma "mina" que só existiu na imaginação de alguns cronistas...
Excelentes razões.
ResponderEliminarPensei que ia fazer férias também no blogue. Dá para ver que o portátil foi na bagagem e que o gostinho da escrita se mantem intacto.
Um abraço e boas férias
Bem disfarçado, Luis.
ResponderEliminar:D
Há coisas que nem é necessário explicar, basta sentir, não é mesmo? :)
ResponderEliminarBeijos, Luis
Bem defendido :-)
ResponderEliminarprogramei duas "postas", Elvira.
ResponderEliminaro computador ficou a descansar em casa, também ele a precisar de férias. :)
achas, Observador?
ResponderEliminar:)
iess, Cris. :)
ResponderEliminar:)
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