segunda-feira, janeiro 02, 2012

Andar pelo Ginjal


Uma das coisas que iremos encontrar, pela certa, em 2012, serão mais placas "assustadoras", aqui e ali.

Mas como vivemos pouco de placas (é facílimo virar-lhes as costas...), pior serão as vozes "assustadoras", que nos vão continuar a cercar.

Eles não se contentam com apenas meia-hora por dia. Não nos devemos esquecer que "eles" são os tipos de que fala o Zeca, quando nos diz que: «eles comem tudo, eles comem tudo e não deixam nada.»

10 comentários:

  1. O Gingal parece ter sido abandonado há muito.

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  2. Os vampiros não nos dão sossego! :-((

    Abraço

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  3. O Ginjal está, há muito, completamente abandonado.
    E tenho a certeza de que é uma atitude perversa, intencional.
    Da parte de quem? É fácil saber.

    Placas como a da foto não são uma raça em vias de extinção. Bem pelo contrário, vão multiplicar-se.

    E tens razão, Luis, quando lembras o Zeca.

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  4. Digo e repito.
    Adoro estas placas.
    Lavam daí as mãozinhas e é deixar cair!
    Vampiros sim!
    Bom ano companheiro!

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  5. Eu sempre fico triste com a falta de conservação de um bem público... enfim...

    Beijos, Luis

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  6. e foi, Catarina, há mais de trinta anos...

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  7. pois não, Observador.

    então em tempos de poupança, resolve-se o problema com placas e taipais.

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  8. claro, Cap.

    e nós é que somos culpados e irresponsáveis porque não ligamos às placas...

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