quinta-feira, agosto 18, 2011

Ainda o Ginjal e o Futuro


Em 1993 os proprietários (Imobiliária e Construtora Grão-Pará; João Teotónio Pereira Junior Lda; Soturis; Castro e Melo) de então da área do Ginjal realizaram um projecto extremamente completo, cujo programa preliminar abordava todas as áreas de estudo, inclusive a caracterização climática de toda a zona, por possuir um microclima muito especial.


Embora não conheça o projecto actual ao pormenor, o mapa que foi divulgado pela comunicação social não difere muito do desenvolvido no princípio da década de noventa.

Foi pena que a Autarquia tenha colocado uma série de obstáculos e que não viabilizasse o projecto de então, tendo sido perdidos quase vinte anos.

Hoje a realidade é diferente, há novos proprietários do Ginjal e a posição do Município também parece ser mais aberta.

Mas falta o principal: dinheiro para grandes obras.

Por isso é que penso que se perdeu uma oportunidade de ouro em 1993, de se desenvolver e dar uma vida nova ao Ginjal.

10 comentários:

  1. Luis
    O futuro do Ginjal está, hoje, praticamente confinado a zero.

    O sonho que em 1993 nasceu desvaneceu-se.

    Houve motivos que são conhecidos publicamente.

    Apesar de tudo, acreditemos no futuro.

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  2. Temos o país cheio de oportunidades perdidas, Luís!
    Em contrapartida impera o betão e o alcatrão...

    Abraço

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  3. Infelizmente é quase sempre assim. Por um ou outro motivo não se concretizam bons projectos. Depois anos mais tarde encomendam-se novos projectos, gastando-se neles parte do dinheiro que podia por em marcha o anterior e depois fica-se com outro projecto igual, ou muito semelhante. E assim se gastam os dinheiros públicos. Sou barreirense e na parte velha da cidade temos partes muito semelhantes a essa foto.
    Um abraço

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  4. na situação actual do país, não acredito muito, Observador.

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  5. é verdade, Rosa.

    tanta gente a pensar no umbigo em vez de pensar no bem comum...

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  6. essa parte é um autêntico escandalo, Elvira.

    há uma certa malta especialista em governar-se á custa de todos nós.

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  7. Me parte o coração ver uma construção neste estado de degradação como na foto...

    Beijos, Luis

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  8. e assim vai ficar, Cris.

    a crise não ajuda nada.

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  9. e a casa em questão na foto tratava-se de uma "fabrica" de salga de peixe, antes de se transformar na "casa do espanta lobos" os tanques de salga eram visiveis na "casa velha" como lhe chamavamos... é realmente pena em 37 anos da minha existência assistir ao degradar do meu Ginjal!

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