Como choveu muito neste Inverno, pensava que era desta que o ditado ficava a descansar, à espera do próximo ano. Pensava...
A chuva veio com força nestes últimos dias, até trouxe uma pouco habitual "tromba de água" ao Tejo, que fez estragos por onde passou e foi notícia, como mini-tornado...
Lá voltaram as poças de água, até uma lata abandonada, ficou quase transformada em espelho de água...
Vi o jornal daí e fiquei pasma com a tromba d'água. Espero que o ditado pare por aí.
ResponderEliminarBeijinhos e bom fim de semana, Luis.
Não haverá meio termo? Há anos todos se queixavam que não chovia! As preces deviam ter sido tantas na altura que o Santo não deu para as encomendas e agora lá manda estas chuvadas quase ininterruptas para compensar!
ResponderEliminarNão sei se vamos ter um verão normal. Não sei se a chuva fica por aqui, Luís. Como dizia um pescador antigo, 'isto mudou tudo desde que o homem pôs os pés na lua'...
ResponderEliminarBeijinho.
Abril (e não só) água muita.
ResponderEliminarPelo menos vamos ficar com reservas de água para alguma seca que possa surgir!
ResponderEliminarA Natureza, decididamente, rebelou-se...
Abraço
A voz do Povo...
ResponderEliminar:)
Bjs Luís M.
QUASE mil????
ResponderEliminarMAIS que mil!!!!!!!
Um destes dias começam a nascer-nos barbatanas!
Beijinho
foi um inverno e tanto, Ana.
ResponderEliminaraté conseguiu encher o Alqueva (algo impossível segundo muitas cabeças pensantes...)