Com o aparecimento do metro de superfície em Almada, verificaram-se uma série de alterações no trânsito local. Algumas acabaram por ser revistas, como as mudanças de sentido de algumas ruas (sem qualquer sentido, feitas apenas a olhar para as plantas e mapas da cidade...), que não melhoraram em nada a circulação rodoviaria.
Uma das coisas que não se alterou, infelizmente, foi a inexistência de qualquer paragem coberta dos autocarros dos TST, no eixo central da cidade.
Com este tempo chuvoso, não consigo perceber porque razão as pessoas têm de estar à chuva, à espera do respectivo autocarro.
Apesar de Almada se afirmar como cidade solidária e igualitária, nota-se que existem cidadãos de primeira e de segunda, consoante o tipo de transporte que utilizam...
Se se trata de uma questão estética, há muitos tipos de paragens cobertas que se enquadram na paisagem urbana, sem que a cidade fica mais feia...
Ao que sei, vai acabar a passagem dos autocarros no espaço canal do MST.
ResponderEliminarPor isso, e a confirmar-se a ideia, não se colocam as paragens.
Não será isto tratar os cidadãos e/ou munícipes abaixo de cão?
E quem anda à chuva molha-se...
ResponderEliminarBjs, Luís M.
Olhe, em Odivelas, ainda há paragens no meios dos carros, sem protecção contra vento e chuva. Acho lindo!
ResponderEliminarE o povinho a pagar o passe. Paga e cala!
Mete é nojo!
Assim é que fica muito feia!
ResponderEliminarAbraço
se é por isso, acho errado, Observador.
ResponderEliminaraté se acabarem com os autocarros no eixo central, muita chuva vai cair...
sim, se não tiver um bom chapéu de chuva, M. Maria Maio...
ResponderEliminare deve haver mais lugares assim, Cap.
ResponderEliminareste país é uma maravilha...
feia e desagradável, Rosa.
ResponderEliminarE posso fazer uma observação crítica? Achei uma gracinha a relva junto aos trilhos do metro na Maia, mas fiquei imaginando a relva crescendo junto aos trilhos, meia dúzia de homens fazendo a manutenção da mesma por um raio de quilômetros na chuva, no frio e no sol, pensei no custo, e achei a gracinha verde tão próxima as trilhos dispensável. Acredito que há outras opções pra relvinha ou para o "verde" no local.
ResponderEliminarBeijinhos
sim, a relva sintética, Cris, poderia ser uma possibilidade...
ResponderEliminare não falaste do gasto de água para manter o verde no Verão...
Bem lembrado, Luís... ou seja, custos e custos às nossas custas.
ResponderEliminarBeijinhos
nem mais, Cris...
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