Desta vez não apanhei a frase no café, mas sim na rua, onde um fulano que falava com sicrano disse esta pérola:
«A gente gostava era de ouvir as escutas que eles fizeram.»
Acredito que esta dupla não queria saber nada do Godinho nem das suas negociatas sucateiras, apenas queriam saber o que o Sócrates disse ao amigo Vara, sobre a Manuela e seu execrável pasquim televisivo.
Pensava que esta história já tinha saído das ruas e dos cafés, mas não, a malta ainda quer saber o que para uns é criminoso e para outros não passa de uma conversa de circunstância. E provavelmente "sonha" que ainda apareça por aí uma transcrição da conversa, mesmo que seja num jornal de referência como o "Público", "Sol" ou "Expresso" e não no sempre infantigável "Correio da Manhã"...
Nem a chuva, muidinha, impede as "danças" de rua...
A raça humana é de facto muito curiosa!
ResponderEliminarSabes é pena ser chuva miudinha,não lava a lama...
ResponderEliminar:)Beijos*
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarSó que a curiosidade matou o gato!
ResponderEliminarNão é assim que se costuma dizer?
Se calhar não dizem mesmo nada de jeito...
Sei lá!
Abraço
PS. Bela imagem, romântica mas também um pouco arrepiante.
É... e dizem que as mulheres é que são curiosas... ;)
ResponderEliminarBeijinhos
;) deve ser uma delícia dançar à chuva... beijinhos, luís*
ResponderEliminarA malta adora sangue. E os jornais têm tido muita culpa nisso!
ResponderEliminarBjos, Luís
podes crer, Cap...
ResponderEliminarpois não, M. Maria Maio...
ResponderEliminaràs vezes "mata", ou apanha-os, os outros, com o olho e ouvido na fechadura, Rosa...
ResponderEliminarpois dizem e segundo consta com proveito, Cris...
ResponderEliminarse o par for bom, concerteza que não há chuva que resista a uma boa dança, Alice...
ResponderEliminarsim, Lúcia, os jornais espremidos, sujam tudo...
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