terça-feira, dezembro 01, 2009

A Chuva Miudinha e a Curiosidade de Rua

Desta vez não apanhei a frase no café, mas sim na rua, onde um fulano que falava com sicrano disse esta pérola:
«A gente gostava era de ouvir as escutas que eles fizeram.»
Acredito que esta dupla não queria saber nada do Godinho nem das suas negociatas sucateiras, apenas queriam saber o que o Sócrates disse ao amigo Vara, sobre a Manuela e seu execrável pasquim televisivo.
Pensava que esta história já tinha saído das ruas e dos cafés, mas não, a malta ainda quer saber o que para uns é criminoso e para outros não passa de uma conversa de circunstância. E provavelmente "sonha" que ainda apareça por aí uma transcrição da conversa, mesmo que seja num jornal de referência como o "Público", "Sol" ou "Expresso" e não no sempre infantigável "Correio da Manhã"...

Nem a chuva, muidinha, impede as "danças" de rua...

13 comentários:

  1. A raça humana é de facto muito curiosa!

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  2. Sabes é pena ser chuva miudinha,não lava a lama...

    :)Beijos*

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Só que a curiosidade matou o gato!
    Não é assim que se costuma dizer?
    Se calhar não dizem mesmo nada de jeito...
    Sei lá!

    Abraço

    PS. Bela imagem, romântica mas também um pouco arrepiante.

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  5. É... e dizem que as mulheres é que são curiosas... ;)

    Beijinhos

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  6. ;) deve ser uma delícia dançar à chuva... beijinhos, luís*

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  7. A malta adora sangue. E os jornais têm tido muita culpa nisso!
    Bjos, Luís

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  8. às vezes "mata", ou apanha-os, os outros, com o olho e ouvido na fechadura, Rosa...

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  9. pois dizem e segundo consta com proveito, Cris...

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  10. se o par for bom, concerteza que não há chuva que resista a uma boa dança, Alice...

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  11. sim, Lúcia, os jornais espremidos, sujam tudo...

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