sábado, novembro 14, 2009

A Poesia do Tejo...


A poesia do Tejo também se fixa nas suas margens e não apenas no seu leito.
Neste caso particular estou a falar da margem direita, rente aos novos espaços de embarque do Cais Sodré, poiso de muitos pescadores, que não deixam de ler que o Tejo é (o rio) mais belo...
Provavelmente nem todos conhecem o Alberto Caeiro ou o Fernando Pessoa, mas nem por isso deixam de concordar com ele...

10 comentários:

  1. " O rio da minha aldeia não faz pensar em nada,
    Quem está ao pé dele está só ao pé dele."

    E quem está ao pé dele está muito bem!

    Abraço

    ResponderEliminar
  2. Que lindo! A foto não é montagem? Está mesmo pintado no chão?

    ResponderEliminar
  3. se está, mesmo com este vento, Rosa...

    ResponderEliminar
  4. claro que não, Lúcia, está lá mesmo, mesmo ao lado da estação fluvial do Cais Sodré...

    ResponderEliminar
  5. Adorei a poesia no chão.

    Beijinhos, Luís

    ResponderEliminar
  6. também gostei e mais ainda de ser Alberto Caeiro, Cris...

    ResponderEliminar
  7. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar