A poesia do Tejo também se fixa nas suas margens e não apenas no seu leito.
Neste caso particular estou a falar da margem direita, rente aos novos espaços de embarque do Cais Sodré, poiso de muitos pescadores, que não deixam de ler que o Tejo é (o rio) mais belo...
Provavelmente nem todos conhecem o Alberto Caeiro ou o Fernando Pessoa, mas nem por isso deixam de concordar com ele...
" O rio da minha aldeia não faz pensar em nada,
ResponderEliminarQuem está ao pé dele está só ao pé dele."
E quem está ao pé dele está muito bem!
Abraço
Que lindo! A foto não é montagem? Está mesmo pintado no chão?
ResponderEliminarse está, mesmo com este vento, Rosa...
ResponderEliminarclaro que não, Lúcia, está lá mesmo, mesmo ao lado da estação fluvial do Cais Sodré...
ResponderEliminarAdorei a poesia no chão.
ResponderEliminarBeijinhos, Luís
também gostei e mais ainda de ser Alberto Caeiro, Cris...
ResponderEliminarBelo. Muito belo _______________
ResponderEliminariv*
Belo. Muito belo _______________
ResponderEliminariv*
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ResponderEliminartambém achei, Isabel...
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