O Tejo ao Fim de Tarde
Às vezes sinto vontade de me tornar também "fingidor de pescador", igual a tantos outros vultos que se perdem ao cair da tarde pelas duas margens do Tejo, entretidos com a cana e com as marés, apenas com o objectivo de se distanciarem da cidade grande que amarga e cansa, através da sua inquietação diária...
Outras não, limito-me a olhá-los e a fazer um "click" contra o Sol, que ainda aquece a alma...
Até me lembrei do cacilhense Jaime Feio, que foi pescador a vida toda e nunca gostou de peixe...
Conheço pescadores que pescam apenas pelo prazer de ver sair o peixe da água. Rapidamente o tiram do anzol e o devolvem ao mar... e o peixe deve agradecer...
ResponderEliminarExcelente foto!
Beijinho, Luís
São as pontes das vida, assim, ora cortam o rio, como a cidade amarga, ora ligam as margens, como as marés...
ResponderEliminarBeijos, Luís M.
Que Tejo este que até em tons de cinzento nos maravilha...
ResponderEliminarEu admiro-lhes a paciência e a tua capacidade de nos transmitires essa forma de estar, através das palavras e da imagem.
ResponderEliminarAbraço
acredito Maria, ver os peixes e ver sobretudo o mar ou o rio...
ResponderEliminare como precisamos de pontes que nos levem para outros lugares, M. Maria Maio...
ResponderEliminaro nosso Tejo é assim, Observador, sempre belo.
ResponderEliminarés uma Rosa admirável.
ResponderEliminarTambém me lembro de ver, nessa época e no verão, às margens do Douro, lá pra Foz, alguns pescadores ao cair da tarde. Que imagem bonita me fizeste recordar, obrigada.
ResponderEliminarBeijinhos
os rios têm mais encanto ao entardecer, Cris...
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