Embora não possa confirmar a veracidade da história (foi-me contada à mesa do café, sem nomes...), não deixa de ser curiosa.
Contaram-me que um militante comunista, pai de um trabalhador "precário e inflexível", tinha dado um prazo ao Município para resolver a situação de trabalho do filho (dois anos). Como não tomaram qualquer posição durante vinte e quatro meses, este entregou o cartão de militante na concelhia.
Acrescentaram ainda que o filho se mantém na mesma situação, que pelo menos não tinha sido despedido...
O episódio pode e deve ter várias leituras: a Autarquia pode se ter defendido, para não ser acusada de passar ao quadro apenas militantes do PCP ou familiares destes; o militante pode ser insignificante para os seus camaradas...
Uma coisa é certa, Isto de se andar "descalço", mesmo com cartão, tem que se lhe diga...
Se descobrem os cafés que tu frequentas!...:)
ResponderEliminarBeijos, Luís M.
Estou totalmente inclinada à segunda opção. ;)
ResponderEliminarBeijinhos
Não me inclino para lado nenhum.
ResponderEliminarA realidade vivida permite-me ter outra visão das coisas.
Se me permitem, fico por aqui.
Boa Páscoa
Infelizmente o desespero leva a tudo!
ResponderEliminarAbraço
É... não ter conseguido servir-se do cartão para benefício próprio, foi uma boa "razão" para o devolver!
ResponderEliminarSempre houve gente assim...
Abraço
é fácil, gosto de poisos fixos, M. Maria Maio...
ResponderEliminarnão sei, Cris. até poder ser uma terceira ou quarta. pode ter sido o abano fatal no copo, cheio de água...
ResponderEliminaracredito, Observador.
ResponderEliminarclaro, Rosa. as portas vão-se fechando e nós batemos algumas com força, para não darmos o prazer a alguém de a nos fechar na cara.
ResponderEliminarpode ter sido, Samuel.
ResponderEliminarembora isso seja normal no nosso país. todos sabemos que há quem se filie em partidos apenas para retirar devidendos...