
A Margem da Alegria
Quando repito existiam as mulheres sempre elas as mulheres
sempre as mesmas sempre diferentes mulheres
mãos postas sobre as mesas na penumbra rostos
onde havia tudo e tudo por detrás de tudo
e uns olhos e nos olhos e a partir dos olhos um olhar
que para nomear teria de falar de mar e de água
e da profunda mágoa de ter de desistir de as reter
O poema é de Ruy Belo, a actriz da imagem é Alida Valli, ambos retirados do álbum de João Bénard da Costa, "Como o Cinema era Belo".
E esta?!...:)
ResponderEliminarBeijos, Luís M.
Belíssimo. Que bom tropeçar nestas palavras que me levam...a outros tempos, Luis:)
ResponderEliminarBeijinhos
Gostei do poema. Penso que o cinema era e continua a ser belo.
ResponderEliminarBelíssimo poema!
ResponderEliminarAinda me lembro da Alida Valli, vê como eu sou velha! :-))
Abraço
Gostei. Ruy Belo, um ribatejano , de uma aldeia perto de Rio Maior.
ResponderEliminarAbraço
Ana Paula
porque não, M. Maria Maio?
ResponderEliminarsim, é uma bela mulher e um belo poema, Lúcia...
ResponderEliminarclaro que continua, Redonda.
ResponderEliminarhá sempre um realizador com uns pós de magia, por aí...
não me lembro dela como actriz, Rosa, mas é bonita, tal como o poema de Ruy Belo.
ResponderEliminarEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarainda bem que gostaste, Ana Paula...
ResponderEliminarÉ lindo e ela? Nossa!
ResponderEliminarBeijinhos
Que bonito que é.
ResponderEliminaré tudo lindo, Cris...
ResponderEliminarainda bem que gostas, Vague...
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