Na sexta-feira e no sábado à noite, voltei a assistir à apresentação das Marchas Populares de Almada, no pavilhão do Feijó.
O espectáculo do pavilhão é sempre de melhor qualidade, que na avenida, por razões óbvias. O apoio do público é mais sentido e isso aumenta, e de que maneira, a motivação dos marchantes.
É gratificante ver que a qualidade de todos os grupos participantes, tem melhorado a olhos vistos. Se há menos apoio monetário da Autarquia, valoriza ainda mais o trabalho de todas estas pessoas, que se entregam de alma e coração às Marchas.
Mas o aspecto que me parece mais relevante e pertinente, é o facto de a maior parte dos elementos das marchas, serem bastante jovens, cujas idades devem variar entre os 15 e os 22 anos.
Apeteceu-me perguntar a todos aqueles rapazes e raparigas, porque razão estavam ali, qual era o principal factor de motivação para participarem nas Marchas Populares...
Na actualidade em que vivemos é de facto curioso pensar que motivos serão esses?!...
ResponderEliminarMas para bem da tradição, espero bom que sejam fortes.
Beijo, Luís M.
eu sou da marcha do pragal e gosto dela tar porque sou feliz de tar la e pena termos fikado em 7 mas pra o ano a mais
ResponderEliminarass :luis borges ao apelido lulas
não creio que a resposta a essa pergunta fosse difícil, luís, pois estão a ajudar a manter uma tradição bonita, enquanto se divertem :) um grande beijinho.
ResponderEliminarSigam as marchas.
ResponderEliminarCom a juventude sempre em festa.
Almada e as suas colectividades agradecem.
Pois é... hoje só querem saber de internet. Também fiquei curiosa, Luís.
ResponderEliminarBeijinhos
acho interessante este interesse da juventude por tradições que só assim conseguem manter-se vivas
ResponderEliminarbeijos
Se ali estão é porque ainda acreditam em alguma coisa...
ResponderEliminarAbraço
sim, mas não sei, M. Maria Maio...
ResponderEliminarainda bem, "Eu".
ResponderEliminarA felicidade é uma boa escolha.
espero que sim, Alice.
ResponderEliminarse agradecem, Observador.
ResponderEliminarpor ser um pouco um "oásis", é que me questiono...
é isso mesmo, Cris...
ResponderEliminareu também acho, Carla, e louvável, além de surpreendente.
ResponderEliminarespero que sim, Rosa.
ResponderEliminar