sábado, maio 17, 2008

Está Quase...

O monumento ao Cristo Rei foi inaugurado há quarenta e nove anos, aproximando-se a passos largos a comemoração do meio século.
Apesar de ter sido "sonhado" pelo Cardeal Cerejeira, amigo intimo de Salazar e figura eminente do Estado Novo, depois de ter estado no Rio de Janeiro, a sua concretização esteve longe de ser fácil.
Rezam as vozes populares locais, que este atraso foi motivado pelo "desfalque" protagonizado por um dos padres, com a responsabilidade da recolha de fundos, que desapareceu com o dinheiro (uma soma bastante avultada para a época), para parte incerta.
Embora não tenha conseguido encontrar registos históricos deste acontecimento (a censura protegia a igreja e os bons costumes...), é bem provável que esta tenha sido uma das causas do atraso das obras e também da passagem do bronze inicial da estátua para o cimento armado...

A aguarela que ilustra este texto é da autoria do pintor almadense, Carlos Canhão, com o Tejo, o Ginjal e o Cristo Rei...

8 comentários:

  1. É um lugar que permite ollhares belíssimos...

    Beijos Luís M.

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  2. um sítio onde nunca me canso de ir para apreciar lisboa :) sem dúvida uma obra emblemática muito bela e útil. um grande beijinho, luís *

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  3. Não subo lá acima. Tenho vertigens....
    Mas não sabia dessa estória do padre.. :))))

    Beijinho, Luís

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  4. é nome de lugar...

    é um daqueles topónimos que ficam, pelo menos para o povo, Vague...

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  5. tomei conhecimento dela quando escrevi "Almada e a Resistência Antifascista", mas sem provas palpáveis para a registar, Maria...

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