sexta-feira, março 07, 2008

Só Sei Que Quase Nada Sei...

Os dias vão passando, a um ritmo cada vez mais avassalador...

Acho que não devia, mas cada vez tenho mais dúvidas, sobre quase tudo.
Até quando escrevo, consulto cada vez mais o dicionário.
Apesar de tudo, gosto da sensação de não saber tantas coisas. Porquê? Porque faz com que continue a querer aprender e a descobrir coisas novas, por muito simples que sejam.
Por exemplo, não me lembro de as grades da cerveja Sagres terem sido de madeira...

14 comentários:

  1. possivelmente, eu não existia no tempo das grades de madeira... *

    (obrigada pela tua lembrança na acta, gostei muito de te ouvir tocar acordeon de calções :) um grande beijinho

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  2. Passam a um ritmo demasiado rápido, fica a faltar tempo para outras coisas...

    Eu gosto de dúvidar, e mesmo quando tenho a certeza, dúvido...

    Grades de madeira?!...não me lembro...

    Beijos e bom fim-de-semana*

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  3. Eu sou bem mais velha e também não me lembro...talvez por isso mesmo! ;-))

    Abraço

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  4. perfeito o teu pensamento, até porque se enquadra com aquilo que eu penso
    bom fim de semana

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  5. Mas que alívio ler aqui que cada vez pegas mais no dicionário!!!
    Porque é o que se passa comigo e, sendo assim, fico um pouco mais descansada:)))

    Abraço

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  6. Eu lembro-me da cerveja Sagres.
    Da madeira nem por isso.

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  7. Dessas garrafas, com letras amarelas e em relevo, eu lembro-me, agora das caixas......
    Também vou cada vez mais ao dicionário, Luís, mas comigo deve ser da idade...

    Beijinhos

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  8. Eu também não me lembro das caixas de madeira, Alice...

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  9. O tempo, sempre a dividir-nos, de tantas coisas, Maria Maio...

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  10. Pois, deve ser coisa mesmo antiga, somos todos da "idade do plástico", Rosa...

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  11. Não deixa de ser curioso, Carla, o tempo torna-nos mais seguros mas também nos oferece mais dúvidas...

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  12. Há muito mais a sofrer desse "sindroma". Só quem não escreve é que não usa o dicionário, Sininho...

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  13. Também és da "idade do plástico", Observador...

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  14. Não é da idade, Maria, é do cuidado que temos com a escrita...

    Vês, afinal nem és assim tão antiga...

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