
Está tudo igual...muito pó,muito barulho,muitas grades,que aprisionam a Cidade...Não
cheguei de barco a remos,nem tão
pouco pude atracar na Praia das Lavadeiras,embora passasse por lá,há poucas
horas,com o sol
ainda fortea dar um brilho especial ao Tejo...
Olha, voltaste ao casario :)
ResponderEliminarEu hoje atravessei o Tejo e nem o vi....
ResponderEliminarGosto de te ver aqui!
Já te sabia de volta!
ResponderEliminarNunca está tudo igual...
Olha bem!
Abraço
Bem vindo de novo!
ResponderEliminarOlá de novo, Luís Milheiro!
ResponderEliminarEntão...
«muito pó,
muito barulho,
muitas grades,
que aprisionam a Cidade...»
pois é!...
E agora, para piorar as coisas, parece que a Maria Emília anda para aí a atacar, de moto-serra na mão!
Pelo menos, é o que dizem alguns cartazes afixados em árvores na Nuno Álvares Pereira...
(Melhor ainda que o "espaço canal caveira", nas paredes de Cacilhas, não é?)
Estou a brincar?
Mais ou menos...
Mas os cartazes existem mesmo, e estão lá afixados. Ainda...
Saudações!
Vitorino
O sol continua a brilhar sobre um Tejo que teima em não desistir de melhores dias.
ResponderEliminarE bem merece...
Acabaram as férias ahn? Também as minhas.
Muito bonito, Luís! Meu gosto pela poesia tem a ver com o fato das palavras expressarem nossos melhores sentimentos.
ResponderEliminarBeijos
Pois voltei Vague...
ResponderEliminarTambém gosto de ver no Tejo, Maria...
ResponderEliminarPois é, as coisas estão sempre a circular, Rosa...
ResponderEliminarGostei do cartaz, Vitorino, mas como este mês prometi a mim mesmo, fingir que os tipos que mandam chover em Almada, zarparam, vou tentar não lhes vou dar atenção...
ResponderEliminarOlá "Cap"...
ResponderEliminarPois, as férias já eram, Repórter...
ResponderEliminarIsto nem era para ser poesia Cris...
ResponderEliminarresolvi apenas partir as frases...