sábado, maio 12, 2007

"V Campus" Despediu-se de Almada


Almada despediu-se hoje do "V Campus Euroamericano de Cooperação Cultural".

Vou deixar algumas pequenas notas, coisas simples, que me apeteceu sublinhar.
Podemos ter muitos defeitos, como portugueses, mas continuamos a saber receber como poucos. Os nossos visitantes da "latina-américa" estavam maravilhados com a cidade e com a forma como foram tratados e fizeram um reconhecimento público. Melhor elogio que este é difícil...
Gostei bastante que a Biblioteca Municipal tivesse disponibilizado várias obras sobre o concelho, para os participantes interessados. Como escritor local fiquei satisfeito por saber que os nossos livros vão atravessar o Atlântico e ser, no minimo, folheados por chilenos, argentinos, brasileiros, mexicanos ou colombianos, entre outros povos participantes.
Em relação ao "Campus", pelas palestras que ouvi e pelas experiências que foram apresentadas pelos convidados, fiquei com a sensação de que somos um país menos desenvolvido com os chamados países latino-americanos encaixados no "terceiro mundo", como o Chile, a Colômbia, o Uruguai, o México ou a Argentina.
Espero que tenha sido só sensação...
Foi notória a pouca expressão da língua portuguesa neste encontro. Claro que a culpa só pode ser dos Estados, português e brasileiro...
E por fim, uma última palavra de apreço, para todos os elementos do Munícipio, desde o funcionário mais simples à Presidente da Autarquia. Fizeram realmente um grande trabalho durante estes últimos dias. E para eles, este "Campus" começou antes de 8 de Maio e vai acabar depois...

10 comentários:

  1. O que acabei de ler deixou-me pleno de glória.
    O acontecimento de que o Luís fala, realizou-se em Portugal, mais concretamente em Almada.
    Tem razão o Luís com aquela sensação de pequenez que nos arrasta para uma terceiro mundice. Ou quase.
    Por outro lado, e salientemos o lado bom da coisa, a realização do evento mereceu muitas estrelas que são divi9didas por quem nele esteve envolvido.
    O que demonstra que quando se quer, sabemos fazer coisas muito boas.
    Está, então, de parabéns o município, desde a presidente ao funcionário menos destacado.
    Parabéns Almada!
    Obrigado pelo empenho e também pelo desempenho.

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  2. O que se passa com vocês? Assim perco o emprego (estou a brincar).

    Falando a sério, Almada está de parabéns, sim senhor. E vocês também!

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  3. oLÁ Luís ainda bem que tudo correu bem cá deste lado. Os jovens Lisboetas e não só, também se portaram bem lá no Castelo S.Jorge, passei um dia agradável, com a mostra de criativos....e com música da pesada, que deu para dar uns pesinhos de dança...porque eu não resisto à música.
    Coisa curiosa que não sabia,agora paga-se 5 euros para entrar no Castelo.Hoje no Mundo Mix os residentes de Lisboa não pagavam, os outros tiveram que deixar a respectiva nota.
    Já agora, um dia destes fiquei pró indignada com uma coisa,eu ando na faculdade Sénior de Almada, e o meu cartão de estudante dá-me acesso a vários museus CCB, gratuitamente,inclusivamente na Gulbenkien CCB,e não é que fui ao Museu da Cidade de Almada, nem um descontito me fizeram, fiquei triste.

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  4. Lia o seu perfil hoje, nomeadamente os títulos dos seus livros, e reconheci dois deles porque os tenho :) Foram-me oferecidos por um amigo autarca da Feguesia de Cacilhas :)

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  5. Eu gosto muito dessa nossa característica, de recebermos bem. Detesto gente arrogante que pensa que o mundo é só deles.

    A nossa cidade de Almada está de parabéns, Luís.

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  6. Almada está de facto de parabéns, Repórter...

    Quando queremos mostramos que somos tão bons como os melhores. Com a vantagem de termos uma grande capacidade de improvisamento.

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  7. Com a verdade me engana... senhor Luís Manuel.

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  8. Ainda bem que a festa esteve boa. Nunca mais fui a Castelo de S. Jorge, Leo.

    A "portagem" é herança do Santana Lopes. Cinco euros é de facto um roubo.

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  9. Devem ser as biografias de Elias Garcia e de Eduardo Alves, Sara, das quais sou co-autor...

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  10. Sim, realmente somos tudo menos arrogantes. Às vezes até abusamos e somos simpáticos demais, para quem vem de fora, Alice.

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